terça-feira, 28 de maio de 2013

Google que oferecer redes sem fio para mercados emergentes, diz WSJ

Redes seriam introduzidas fora das grandes cidades, mas também poderiam ser usadas para ajudar a tornar a Internet mais rápida nos centros urbanos, de acordo com jornal

O Google tem feito um amplo esforço para oferecer redes sem fio e computação acessível aos mercados emergentes, como a África subsariana e o Sudeste Asiático, movimento que poderia levar Internet para mais de um bilhão de pessoas.


As redes sem fio seriam introduzidas fora das grandes cidades, onde as conexões com fio não são possíveis, mas também poderiam ser usadas para ajudar a tornar a Internet mais rápida nos centros urbanos, de acordo com uma reportagem de sexta-feira (24) do The Wall Street Journal.

O plano deverá empregar ondas normalmente reservadas para transmissões de TV, caso os reguladores do governo permitam. O Google também tem experimentado com balões de alta altitude para ajudar a transportar os sinais sem fio ao longo de centenas de quilômetros quadrados, de acordo com a reportagem do WSJ, que cita fontes não identificadas.

Em certo sentido, o projeto tem objetivos semelhantes aos esforços da empresa em oferecer acesso mais rápido à Internet para os consumidores dos EUA. A companhia quer fornecer e melhorar as redes de todos os lados, permitindo que as pessoas acessem novos serviços online, e, no processo, ajudem a expandir seus negócios.

A companhia de Mountain View tem tido conversas com os reguladores, em países como a África do Sul e Quênia, sobre a mudança das regras para fazer uso das vias aéreas de TV, diz a reportagem. Os sinais utilizam frequências mais baixas do que algumas redes de celular, permitindo que sejam transmitidos mais facilmente através de obstáculos físicos, como edifícios, e através de distâncias maiores.

O esforço também envolve o trabalho com os parceiros sobre microprocessadores e smartphones Android de baixo custo para trabalhar na rede, segundo o jornal. O Google planeja trabalhar com empresas locais em mercados emergentes para construir as redes e formular modelos de negócios para apoiá-las, disse a reportagem. Não ficou claro se o Google já tinha alinhou tais parcerias.

Autor: Zach Miners, IDG News Service/San Francisco Bureau

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